Where does it come from?

Contrary to popular belief, Lorem Ipsum is not simply random text. It has roots in a piece of classical Latin literature from 45 BC, making it over 2000 years old. Richard McClintock, a Latin professor at Hampden-Sydney College in Virginia, looked up one of the more obscure Latin words, consectetur, from a Lorem Ipsum passage, and going through the cites of the word in classical literature, discovered the undoubtable source. Lorem Ipsum comes from sections 1.10.32 and 1.10.33 of “de Finibus Bonorum et Malorum” (The Extremes of Good and Evil) by Cicero, written in 45 BC. This book is a treatise on the theory of ethics, very popular during the Renaissance. The first line of Lorem Ipsum, “Lorem ipsum dolor sit amet..”, comes from a line in section 1.10.32

Why do we use it?

It is a long established fact that a reader will be distracted by the readable content of a page when looking at its layout. The point of using Lorem Ipsum is that it has a more-or-less normal distribution of letters, as opposed to using ‘Content here, content here’, making it look like readable English. Many desktop publishing packages and web page editors now use Lorem Ipsum as their default model text, and a search for ‘lorem ipsum’ will uncover many web sites still in their infancy. Various versions have evolved over the years, sometimes by accident, sometimes on purpose (injected humour and the like).

What is Lorem Ipsum?

Lorem Ipsum is simply dummy text of the printing and typesetting industry. Lorem Ipsum has been the industry’s standard dummy text ever since the 1500s, when an unknown printer took a galley of type and scrambled it to make a type specimen book. It has survived not only five centuries, but also the leap into electronic typesetting, remaining essentially unchanged. It was popularised in the 1960s with the release of Letraset sheets containing Lorem Ipsum passages, and more recently with desktop publishing software like Aldus PageMaker including versions of Lorem Ipsum.

Recolha de material escolar para crianças em Cabo Verde

No ano passado esta iniciativa reuniu mais de 50 famílias de jovens voluntários e estudantes do Liceu Francês de Milã0 e recolheu um total de 11 caixas de produtos escolares que beneficiaram crianças duma escola primária da Ilha do Sal.

Foi uma iniciativa solidária, que teve como parceiros a empreendedora cabo-verdiana, Ivanilda da Cruz e seu marido Carlos, onde possibilitaram o envio das 11 caixas de material escolar para Cabo Verde gratuitamente.

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Mãos Unidas

O projeto Mãos Unidas é promovida pela  Associação Ítalo Cabo-verdiana designada por Casa de Cabo Verde, com a sede legal na Cidade de  Milão, Itália, consiste numa campanha internacional de recolha de doações para a criação do Fundo de Emergência Social destinada às famílias cabo-verdianas em situação de risco social  e/ou extrema pobreza,  afetados pela crise da Pandemia do Coronavirus (Covid-19)

A quem se destina?

Famílias e pessoas em situação de Risco Alimentar

Famílias e pessoas em situação de Risco e Vulnerabilidade Social

Famílias em Situação de Extrema Pobreza

 

Qual é o tipo de ajuda que os beneficiários receberam?

Assistência Alimentar Cestas solidárias

kit Material de Higiene Pessoal e Domestico

 

Como solicitar a ajuda?

A solicitação deve ser feita através do formulário de candidatura disponível na plataforma www.casadecaboverde.org, para as pessoas com dificuldades acesso a internet, podem fazer através dos parceiros locais acreditados para auxiliar no processo de solicitação de candidatura.

Onde será distribuído essa ajudas?

Nas ilhas da Boavista, de Santiago, do Sal e de São Vicente, serão  contemplados as zonas de maior risco social e econômicas

 

Porquê devemos doar e ajudar agora?

Em Cabo Verde, são 54 mil pessoas a viver em extrema pobreza, Este é o panorama de um país cada vez mais segmentado, com um enorme fosso entre os que têm e os que não têm. Uma dura realidade que está a vista de todos, de um lado ruas lindas, edifícios, mansões e duplex , carros luxuosos , restaurantes e hotéis topo de gama mostram um país em pleno desenvolvimento, mas, isso é uma fotografia superficial de uma realidade mais complexa, o conteúdo é muito diferente. 35,2% da população Cabo-verdiana vive mergulhada na pobreza, números oficiais divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística, que representa os rostos e as vidas que todos conhecem, mas dois quais ninguém tem a coragem de falar

 

Estatísticas da Pobreza em Cabo Verde

53% São mulheres, 51% Vive no meio urbano, 21% Vive na Cidade da Praia, o capital do Pais, 44% Vive em famílias monoparentais, onde as mulheres desempenham a função de chefes de famílias, 35% sobrevivem com menos de 140 escudos por dia, o equivalente a 1.4 euros

Terra batida, chapas,  papelão, sacos de plásticos e madeiras, este é o cenário que caracteriza a habitação dos 35% da população cabo-verdiana  que vive na pobreza, são cerca de 180 mil os que sobrevivem com cerca de 262 escudos por dia, o equivalente a 2.5 euros, famílias monoparentais, com mais de 6 pessoas no seu agregado familiar e residentes no meio urbano e na sua maioria mulheres.

A pobreza em Cabo Verde tem rosto feminino e jovem e afeta, essencialmente, as populações com menos acesso à educação.

Essas famílias têm necessidades básicas que não conseguem suprimir no seu dia-a-dia, como a alimentação, o direito à habitação, â educação escolar e a prática de desporto para os filhos, isso num contexto diário “considerado” normal em Cabo Verde,

Como estão  essas famílias no atual contexto da pandemia global da (Covid-19)? Doa aqui!

A fonte dos dados estatísticos presente no texto é o Instituto Nacional de Estatística (INE), Relatório da Pobreza em Cabo Verde

Faça Doação Aqui!